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Canon EF-S 24 milímetros f / 2.8 STM

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Caracterizado por um perfil verdadeiramente fino, juntamente com um motor de autofoco avançado, a  EF-S 24 milímetros f / 2.8 STM Lente  de  Canon  é uma prime grande ângular projetada para DSLRs com sensor APS-C.  Fornecendo uma distância focal 38 milímetros, esta lente assume uma perspectiva ligeiramente mais larga do que o normal para beneficiar o seu uso em uma ampla variedade de situações de disparo.  A 24mm entrega um ótimo desempenho, focagem suave, rápida, e muito silenciosa permitindo a focagem automática ou manual. Esta lente fina, leve e versátil é uma ótima opção principalmente pelo seu custo beneficio.  A lente conta com um elemento na construção que ajuda a minimizar as aberrações cromáticas e produzir imagens com nitidez e clareza muito notável. A lente ainda possui um revestimento otimizado para beneficiar ainda mais o desempenho, reduzindo possíveis lens flares e ajudando para maior contraste e fidelidad...

Anatomia de uma DSLR - Como funciona uma câmera profissional

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O funcionamento básico de todas as câmeras fotográficas é parecido - e quando se trata das DSLR s (ou mesmo das SLR s) então, quase nada varia. A característica fundamental de uma câmera fotográfica é que ela é uma caixa oca que mantém seu interior isolado do ambiente externo - e, por isso mesmo, se chama "câmara". A única luz que é permitida em seu interior é aquela que teve seus raios perfeitamente organizados pela objetiva.  A objetiva , por sua vez, é um conjunto de lentes, que podem ser planas , côncavas , convexas , ou mesmo ter essas características combinadas. Existe uma infinidade de objetivas no mercado, e cada uma causa determinados efeitos (consulte nosso post sobre tipos de objetivas). Dentre eles, pode-se destacar a aproximação de um detalhe da imagem, ou mesmo o efeito inverso, a redução virtual do ambiente para que caiba no enquadramento. As lentes que compõem a objetiva são chamadas de elementos (1), e, em geral, são feitas de vidro ou mater...

Fotometria: a analogia da torneira

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Folheando um antigo guia de fotografia da revista Time-Life descobri um interessante artigo que ensina compensações em fotometria pela genial analogia de uma torneira aberta que enche um balde de água. A abertura do diafragma de uma câmera fotográfica pode ser comparada ao controle de vazão da torneira; quanto mais aberta, mais água passa pela torneira num mesmo intervalo de tempo. Da mesma maneira, quanto mais aberto o diafragma de uma obejtiva, mais luz irá atravessá-la durante um mesmo intervalo. O tempo que a torneira fica aberta pode ser comparado ao tempo do obturador. Se a torneira fica aberta por muito tempo, bastante água sai, da mesma forma que uma exposição longa permite a entrada de muita luz na câmera, como é comum fazer, por exemplo, em fotos noturnas. Uma exposição rápida equivale a uma torneira que é aberta por pouco tempo, e, nesse caso, para compensar a quantidade de água, precisamos deixá-la bem aberta (grande abertura de diafragma). E quanto ao ISO? O ISO...