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Síndrome do “Eu preciso ter!”

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A maioria da galera que está começando se aventurar no mundo da fotografia , seja por “hobby” ou no intuito de se tornar profissional, tem a síndrome do eu “preciso ter”. De inicio, fazem algumas pesquisas, e veem determinados fotógrafos, usando certos equipamentos, na mesma hora já partem para uma pesquisa de preço sobre o equipamento . Porque na sua cabeça, esse equipamento é o melhor. Mas, esse equipamento é o melhor pra quê ou pra quem? Será que a pessoa que está começando estudar fotografia, vai realmente precisar de uma HASSELBLAD A5D, TOCHAS BRANCOLOR , RÁDIO FLASHES e DIFUSORES DE LUZ para fazer foto de florzinha? Pombo?  Nuvens? Qual o sentido de comprar muitas lentes , dois corpos de câmera , flash e etc, se você está aprendendo? Já parou pra pensar que todo esse dinheiro que você investiu em equipamento, pode estar se perdendo? Independente de que rumo você queira dar a sua fotografia, sair comprando meio mundo de equipamento não é uma solução. Até porque, quando você ...

Por que clicar em RAW?

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Você já se questionou ou percebeu que sua câmera tem 18MB, 20MB ou 22 MB e suas imagens ficam com apenas 4 ou 5 MB de tamanho? Não? Pois dê uma conferida. Agora, você já sabe que sua câmera não te dá uma imagem em JPEG com todos os megas que ela tem.  Isso acontece porque quando clicamos em JPEG o arquivo da câmera é comprimido, e boa parte dessas informações são perdidas por causa do formato de arquivo que você está usando. Você só terá o arquivo com a  quantidade de Megas indicada de sua câmera se clicar em RAW, que no caso seria o arquivo "cru". Falamos que o RAW é um arquivo "cru" porque ele contém toda a informação da cena capturada; já no caso do JPEG, como mencionei antes, o arquivo é comprimido, ou seja, há uma perda significativa de informação da cena, e também uma margem bem menor de trabalho. Quando falo um margem maior de trabalho quero dizer que erros mais grotescos podem ser facilmente corrigidos. Um bom exemplo é usar um balanço de bran...

Flash rebatido – modo manual

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Em post anterior, conversamos a respeito dos cálculos necessários para o trabalho com flash eletrônico no modo manual, que consistiam em dividir o número-guia do flash pela distância até o assunto para se obter, como resultado, a abertura do diafragma necessária para aquela foto. No entanto, quando se trata de flash rebatido , o cálculo é levemente diferente, embora muito simples: basta substituir a distância do fotógrafo até o assunto pela distância percorrida pelo raio principal de luz. Digamos que há um assunto a três metros do fotógrafo. Se o flash fosse operado com a lâmpada para a frente, bastaria dividir seu número-guia por três para obter a abertura. Mas, no caso do flash rebatido, precisamos considerar um triângulo de raios de luz que sobem desde o fotógrafo até o ponto em que a luz é rebatida no teto, descem em direção ao assunto e retornam horizontalmente para a câmera. Acompanhe no diagrama: no cômodo em particular, para que a luz atinja o teto exatamente no meio-ca...