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Mostrando postagens com o rótulo escola de fotografia

Canon EF-S 24 milímetros f / 2.8 STM

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Caracterizado por um perfil verdadeiramente fino, juntamente com um motor de autofoco avançado, a  EF-S 24 milímetros f / 2.8 STM Lente  de  Canon  é uma prime grande ângular projetada para DSLRs com sensor APS-C.  Fornecendo uma distância focal 38 milímetros, esta lente assume uma perspectiva ligeiramente mais larga do que o normal para beneficiar o seu uso em uma ampla variedade de situações de disparo.  A 24mm entrega um ótimo desempenho, focagem suave, rápida, e muito silenciosa permitindo a focagem automática ou manual. Esta lente fina, leve e versátil é uma ótima opção principalmente pelo seu custo beneficio.  A lente conta com um elemento na construção que ajuda a minimizar as aberrações cromáticas e produzir imagens com nitidez e clareza muito notável. A lente ainda possui um revestimento otimizado para beneficiar ainda mais o desempenho, reduzindo possíveis lens flares e ajudando para maior contraste e fidelidad...

SELECIONANDO O MODO DE MEDIÇÃO

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      O modo de medição da câmera é basicamente o modo como seu fotômetro irá enxergar a luz da cena, no momento em que você estiver fazendo a  fotometria . Uma vez que você conheça como cada modo funciona, fica mais fácil obter resultados satisfatórios, dependendo do que você tem em mente. Medição Matricial É um modo de medição de aplicação geral,  indicado para retratos ou até mesmo motivos em  contraluz. A câmara define automaticamente a  exposição de acordo com a cena. Nesse modo o sensor da câmera irá fazer a medição de 100% de todas as luzes ou variações dela como mostra a figura abaixo. A área em cinza,  no sensor, é onde está sendo levado em conta a luminosidade da cena, neste caso 100% dela. Medição Parcial Eficaz quando o fundo é muito mais brilhante do que o  motivo devido à luz de fundo. A medição parcial  cobre cerca de 9,4% da área do visor no centro. A área...

Se quiser obter o melhor do digital, arranje uma câmera de filme!

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Encontramos este interessante texto, do dia 20 de fevereiro, no site redsharknews.com , e decidimos traduzi-lo aqui no blog. É de autoria de David Shapton, colunista norte-americano, que escreve em periódicos desde 1998 e que trabalha com áudio e imagem há mais de 25 anos.  Esperamos que gostem! -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Se quiser obter o melhor do digital, arranje uma câmera de filme - por David Shapton Câmeras antigas nos ensinam lições essenciais Estive em Leeds ( Inglaterra ) nesta semana e deparei-me com um bela loja de acessórios fotográficos. Vendia somente câmeras vintage - incluindo a SLR Zenit que foi minha primeira reflex , quando eu tinha apenas 17 anos. Era um equipamento formidável, por custar pouco e ser praticamente resistente a explosões nucleares (isso eu posso provar: comprara uma teleobjetiva russa para ela e certa vez esqueci o co...

MODOS DE PROGRAMAS CRIATIVOS DA SUA CÂMERA DSLR

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              Com certeza você já deve ter percebido que no seletor de sua câmera, além dos modos automáticos; como esporte, macro, retrato, paisagem e etc, também temos o bendito botão verdinho (modo automático total). Também temos o modo M , onde a câmera fica totalmente manual, ou seja, ela não escolhe nenhum parâmetro de configuração para sua foto. O usuário fica com total controle da câmera. Esse modo geralmente é o mais usado pela maioria dos usuários mais experientes.             Fora os modos que já citei, também existem os modos de programas criativos . São eles; P, TV, AV . Seletor da câmera Agora vamos conhecer cada um deles e suas características. Vamos começar pelo: P: Programa AE.    P  significa Programa. AE significa Exposição Automática. Neste modo a câmara define automaticamente a velocidade do obturador e a  abertura em função do brilho do motivo. O ISO ficará ao s...

Livro - "Tudo Sobre Fotografia", de Juliet Hacking

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O livro Tudo Sobre Fotografia (editora Sextante, 575 páginas) traz um panorama a claro, dinâmico e muito bem ilustrado da história da fotografia, partindo do início do século XIX. A obra aborda os diferentes movimentos usando as principais fotografias da história como guia, sempre respeitando uma linha do tempo contextualizada socialmente. As ideias dos principais fotógrafos e estudiosos são analisadas, considerando tanto motivação pessoal quanto as necessidades e costumes de cada época. Juntamente com os comentários de cada obra (que incluem não só a data como também o suporte sobre o qual a mesma foi obtida), também é apresentada uma pequena biografia do autor, além de suas inspirações e influências. O prefácio é do escritor, curador, radialista e fotógrafo David Campany:  "A fotografia teve mais vidas que um gato sortudo, cada qual com sua própria história conturbada. Também teve muitas mortes. O fim desse meio de expressão foi anunciado c...

Estúdio fotográfico - dois layouts bem simples para retratos noturnos

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Em nossa última aula, num fim de tarde na Avenida Paulista, os alunos tiveram de criar um esquema de iluminação para retrato com apenas um radio-flash, um rebatedor e nossas câmeras e flashes.  Como optamos por câmeras full-frame, que não possuem flashes embutidos, o disparo do flash tinha de ser feito por meio de radio-flash, sem a possibilidade do recurso do infravermelho. Assim, ao termos somente um radio-flash disponível, as únicas fontes de luz teriam de ser um flash e nosso rebatedor de luz. O primeiro esquema contava apenas com o flash sobre um tripé posicionado atrás da querida modelo Areta, com intenção de criar efeito de contra-luz em seus cabelos. Nessa foto, que fiz com minha câmera, a luz que ilumina seu rosto provém de um rebatedor, posicionado do lado direito, que devolve para a modelo um pouco da contra-luz. Quando decidimos dispensar o rebatedor, uma luz harmoniosa foi obtida mantendo o flash fora da câmera, numa posição lateral, como na foto a...

Cuidados com a(o) modelo

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Certa vez, enquanto participava de um workshop de fotografia de moda , após várias horas de sessão sob forte calor, alguém teve a sensibilidade de perguntar para a jovem modelo se ela precisava de alguma coisa. A moça só pediu uma garrafinha de água. Todos ficaram meio envergonhados e um dos participantes foi comprar água num bar próximo. Lembre-se sempre de que, fora da foto, o modelo é uma pessoa que também tem suas necessidades. Já conversamos aqui que seu desconforto influencia diretamente o resultado final de nosso trabalho. Portanto, para sua próxima sessão, não se esqueça de considerar alguns pontos: o   Em especial quando o figurino é de tamanho reduzido, lembre-se de que o fotografado pode acabar passando frio, seja pelo tempo lá fora, seja pelo ar-condicionado do estúdio. É de bom tom manter uma manta ou similar (limpa e com cheirinho de amaciante, e não um pano qualquer) no local onde se realiza o ensaio, para as pequenas pausas que possam vir a acontece...

Livro - "Fundamentos da fotografia criativa", de David Präkel

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Fundamentos da fotografia criativa - David Präkel  David Präkel é formado em Psicologia e lecionou nas áreas de jornalismo fotográfico e docência em diversas universidades e escolas, além do Kodak Imaging Training Centre de Londres . Esse trabalho é um dos maiores auxílios em composição e fotografia criativa que um estudante de fotografia poderia querer. O autor parte dos elementos da composição , passa pelas aplicações da fotografia e analisa a atividade fotográfica profissional . O livro contém dicas sobre o que estudar, como buscar formação, conseguir trabalho, organizar um portfólio, trato com o cliente e fluxo de trabalho .  É um livro excelente para quem busca compreender os fundamentos da linguagem fotográfica e dominar sua gramática. Com um texto e linguagem acessível, essa é uma obra indispensável para o fotógrafo moderno!   

Tipos de objetivas

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Ao usar DSLR s, é comum nos depararmos com toda uma profusão de acessórios compatíveis com nossas câmeras. As objetivas estão no topo dessa lista de acessórios. Antes de gastar todo nosso dinheiro com uma linda coleção de lentes de todos os tipos, entretanto, precisamos estudar bem a utilidade e efeitos que cada uma oferece. E é importantíssimo que compreendamos, antes de tudo, o conceito de distância focal .  A distância focal pode ser definida aproximadamente como o ângulo da cena que é enquadrado. Distâncias focais maiores trazem para o sensor da câmera um detalhe da cena, que acaba ficando ampliado. Distâncias focais pequenas, por sua vez, podem fazer um grande panorama ser reduzido ao tamanho do quadro. DSLR equipada com objetiva fixa. Podemos começar classificando as objetivas separando-as em dois grupos: objetivas fixas e objetivas zoom .  No início da fotografia, existia apenas a variedade fixa. Lentes fixas não permitem a variação de distânci...

Para quê serve o Zoom do flash?

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Você já observou que, da mesma maneira que a objetiva, o flash também pode operar variando seu zoom ? A ideia dessa função é que ele acompanhe o zoom da objetiva , isto é, varie o ângulo de seu feixe conforme varia a distância focal da objetiva. Digamos, por exemplo, que você esteja usando uma lente 18-105mm. Se seu flash estiver ligado e com a cabeça voltada para a frente, e você girar o anel de zoom de sua objetiva até a região grande-angular, o zoom do flash acompanhará a lente, mostrando uma "milimetragem" semelhante. O feixe de luz liberado será condizente com o ângulo de abrangência do enquadramento . Da mesma forma, se você girar o zoom até a região tele-objetiva, o zoom do flash o acompanhará (mostrando, por exemplo, 105mm na tela). Conforme a abrangência do feixe diminui, sua potência vai ficando mais concentrada, o que é um efeito muito bem-vindo quando se fotografa a uma distância um pouco maior. Está curioso sobre como o flash controla o ângulo ...

Estúdio fotográfico - como usar o Flashmeter

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Antigo fotômetro de mão Num primeiro contato, fotômetros e flashmeters não costumam ser o equipamento mais afável do mundo. Não é trivial compreender seu funcionamento e tampouco o por quê de seu sucesso entre profissionais . Uma das mais importantes características desse tipo de equipamento é sua precisão . Só isso já justificaria o uso de um fotômetro de mão, prefencialmente àquele que é embutido nas câmeras. Mas ainda mais interessantes são os usos do flashmeter. O flashmeter inclui como funções tanto a medição de luz incidente quando a de luz refletida, enquanto um fotômetro conta somente com a segunda. Luz refletida é aquela que já atingiu o assunto e agora chega até a câmera. Assim, para usar o flashmeter com essa função, basta apontá-lo na direção de seu assunto e acioná-lo. Sua escala mostrará a abertura de diafragma necessária para que se obtenha uma boa foto. As configurações de ISO e obturador que serão usadas na câmera já deverão ter sido reguladas no pr...

A prática do flash em TTL

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Já conversamos a respeito do trabalho com flash no modo manual , tanto direcionado para a frente quanto rebatido . Quando usamos o modo TTL , entretanto, será que não precisamos nos preocupar com nada? Ou será que há configurações da câmera que oferecem melhor performance? A sigla TTL significa " through the lens ", ou "através da objetiva". Esse nome dá uma ideia do mecanismo de funcionamento: uma medição automática da luz necessária é feita por tentativa, no momento em que um feixe de luz retorna à câmera, depois de ter sido rebatido no assunto. Esse feixe é liberado antes do feixe principal, muito rapidamente, e é praticamente imperceptível. Portanto, o objetivo da função TTL é tornar o flash um recurso automático, que dispense o uso de cálculos envolvendo o número-guia e a distância ao assunto. No entanto, existem alguns cuidados que devem ser tomados. Em primeiro lugar, recordemos que a luz do flash não é capaz de iluminar absolutamente tudo ...

Anatomia de uma DSLR - Como funciona uma câmera profissional

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O funcionamento básico de todas as câmeras fotográficas é parecido - e quando se trata das DSLR s (ou mesmo das SLR s) então, quase nada varia. A característica fundamental de uma câmera fotográfica é que ela é uma caixa oca que mantém seu interior isolado do ambiente externo - e, por isso mesmo, se chama "câmara". A única luz que é permitida em seu interior é aquela que teve seus raios perfeitamente organizados pela objetiva.  A objetiva , por sua vez, é um conjunto de lentes, que podem ser planas , côncavas , convexas , ou mesmo ter essas características combinadas. Existe uma infinidade de objetivas no mercado, e cada uma causa determinados efeitos (consulte nosso post sobre tipos de objetivas). Dentre eles, pode-se destacar a aproximação de um detalhe da imagem, ou mesmo o efeito inverso, a redução virtual do ambiente para que caiba no enquadramento. As lentes que compõem a objetiva são chamadas de elementos (1), e, em geral, são feitas de vidro ou mater...

Fotometria em contra-luz (ou Conhecendo os Modos de Medição)

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flickr.com/photos/bandreoli Antigos manuais de câmeras analógicas costumavam trazer uma dica para quando se fotografava com altas luzes por trás do assunto: normalmente, algo como compensar a fotometria para mais dois pontos. Isto é, a partir da fotometria que a câmera acusasse, digamos, f/8, deveríamos "abrir" dois pontos, chegando em f/4, por exemplo. Naturalmente, era uma aproximação, mas que podia ser usada com uma boa quantidade de acertos. Mas no que essa regra se baseava? Você já deve ter experimentado fotografar alguém num ambiente fechado, em frente a uma janela pela qual entrava a luz do dia. Caso você estivesse usando uma câmera automática, ou se colocasse seu fotômetro em EV = 0, o resultado seria um fundo relativamente detalhado e seu modelo numa sombra completa. Isso acontece porque a câmera não sabe o que é seu assunto ou seu objetivo, e só sabe que deve responder àquela quantidade de luz. Toda aquela luz de fundo "engana" a câmera e a faz...