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Mostrando postagens com o rótulo Fotografia

Síndrome do “Eu preciso ter!”

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A maioria da galera que está começando se aventurar no mundo da fotografia , seja por “hobby” ou no intuito de se tornar profissional, tem a síndrome do eu “preciso ter”. De inicio, fazem algumas pesquisas, e veem determinados fotógrafos, usando certos equipamentos, na mesma hora já partem para uma pesquisa de preço sobre o equipamento . Porque na sua cabeça, esse equipamento é o melhor. Mas, esse equipamento é o melhor pra quê ou pra quem? Será que a pessoa que está começando estudar fotografia, vai realmente precisar de uma HASSELBLAD A5D, TOCHAS BRANCOLOR , RÁDIO FLASHES e DIFUSORES DE LUZ para fazer foto de florzinha? Pombo?  Nuvens? Qual o sentido de comprar muitas lentes , dois corpos de câmera , flash e etc, se você está aprendendo? Já parou pra pensar que todo esse dinheiro que você investiu em equipamento, pode estar se perdendo? Independente de que rumo você queira dar a sua fotografia, sair comprando meio mundo de equipamento não é uma solução. Até porque, quando você ...

MODOS DE PROGRAMAS CRIATIVOS DA SUA CÂMERA DSLR

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              Com certeza você já deve ter percebido que no seletor de sua câmera, além dos modos automáticos; como esporte, macro, retrato, paisagem e etc, também temos o bendito botão verdinho (modo automático total). Também temos o modo M , onde a câmera fica totalmente manual, ou seja, ela não escolhe nenhum parâmetro de configuração para sua foto. O usuário fica com total controle da câmera. Esse modo geralmente é o mais usado pela maioria dos usuários mais experientes.             Fora os modos que já citei, também existem os modos de programas criativos . São eles; P, TV, AV . Seletor da câmera Agora vamos conhecer cada um deles e suas características. Vamos começar pelo: P: Programa AE.    P  significa Programa. AE significa Exposição Automática. Neste modo a câmara define automaticamente a velocidade do obturador e a  abertura em função do brilho do motivo. O ISO ficará ao s...

Livro - "Tudo Sobre Fotografia", de Juliet Hacking

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O livro Tudo Sobre Fotografia (editora Sextante, 575 páginas) traz um panorama a claro, dinâmico e muito bem ilustrado da história da fotografia, partindo do início do século XIX. A obra aborda os diferentes movimentos usando as principais fotografias da história como guia, sempre respeitando uma linha do tempo contextualizada socialmente. As ideias dos principais fotógrafos e estudiosos são analisadas, considerando tanto motivação pessoal quanto as necessidades e costumes de cada época. Juntamente com os comentários de cada obra (que incluem não só a data como também o suporte sobre o qual a mesma foi obtida), também é apresentada uma pequena biografia do autor, além de suas inspirações e influências. O prefácio é do escritor, curador, radialista e fotógrafo David Campany:  "A fotografia teve mais vidas que um gato sortudo, cada qual com sua própria história conturbada. Também teve muitas mortes. O fim desse meio de expressão foi anunciado c...

Livro - "Fundamentos da fotografia criativa", de David Präkel

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Fundamentos da fotografia criativa - David Präkel  David Präkel é formado em Psicologia e lecionou nas áreas de jornalismo fotográfico e docência em diversas universidades e escolas, além do Kodak Imaging Training Centre de Londres . Esse trabalho é um dos maiores auxílios em composição e fotografia criativa que um estudante de fotografia poderia querer. O autor parte dos elementos da composição , passa pelas aplicações da fotografia e analisa a atividade fotográfica profissional . O livro contém dicas sobre o que estudar, como buscar formação, conseguir trabalho, organizar um portfólio, trato com o cliente e fluxo de trabalho .  É um livro excelente para quem busca compreender os fundamentos da linguagem fotográfica e dominar sua gramática. Com um texto e linguagem acessível, essa é uma obra indispensável para o fotógrafo moderno!   

Para quê serve o Zoom do flash?

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Você já observou que, da mesma maneira que a objetiva, o flash também pode operar variando seu zoom ? A ideia dessa função é que ele acompanhe o zoom da objetiva , isto é, varie o ângulo de seu feixe conforme varia a distância focal da objetiva. Digamos, por exemplo, que você esteja usando uma lente 18-105mm. Se seu flash estiver ligado e com a cabeça voltada para a frente, e você girar o anel de zoom de sua objetiva até a região grande-angular, o zoom do flash acompanhará a lente, mostrando uma "milimetragem" semelhante. O feixe de luz liberado será condizente com o ângulo de abrangência do enquadramento . Da mesma forma, se você girar o zoom até a região tele-objetiva, o zoom do flash o acompanhará (mostrando, por exemplo, 105mm na tela). Conforme a abrangência do feixe diminui, sua potência vai ficando mais concentrada, o que é um efeito muito bem-vindo quando se fotografa a uma distância um pouco maior. Está curioso sobre como o flash controla o ângulo ...

O básico da fotografia - acessórios

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O iniciante em fotografia que já possui um corpo de câmera e uma objetiva tem a tendência de buscar ampliar seu equipamento na intenção de facilitar seu trabalho e superar determinadas limitações de seu kit básico. O problema é que os fabricantes de máquinas e acessórios estão sempre na espreita, preparados para dar o bote diante da mais sutil intenção do fotógrafo de gastar um pouquinho que seja de seu dinheiro precioso. Isso faz com que a oferta desses acessórios seja enorme e as diversas fontes de informações e propaganda acabem por nos deixar ainda mais confusos. No final, grande parte dos nossos recursos acaba sendo desperdiçada com equipamentos que, por mais que prometam tudo, serão utilizados, quando muito, apenas de vez em quando. Por isso, antes de ir à loja comprar aquela objetiva de 300mm que vai impressionar a todos mas que só verá o mundo fora da mochila em duas ocasiões nos próximos 7 anos, dê uma breve conferida nessa breve lista de acessórios muito bacanas que de...

Por que clicar em RAW?

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Você já se questionou ou percebeu que sua câmera tem 18MB, 20MB ou 22 MB e suas imagens ficam com apenas 4 ou 5 MB de tamanho? Não? Pois dê uma conferida. Agora, você já sabe que sua câmera não te dá uma imagem em JPEG com todos os megas que ela tem.  Isso acontece porque quando clicamos em JPEG o arquivo da câmera é comprimido, e boa parte dessas informações são perdidas por causa do formato de arquivo que você está usando. Você só terá o arquivo com a  quantidade de Megas indicada de sua câmera se clicar em RAW, que no caso seria o arquivo "cru". Falamos que o RAW é um arquivo "cru" porque ele contém toda a informação da cena capturada; já no caso do JPEG, como mencionei antes, o arquivo é comprimido, ou seja, há uma perda significativa de informação da cena, e também uma margem bem menor de trabalho. Quando falo um margem maior de trabalho quero dizer que erros mais grotescos podem ser facilmente corrigidos. Um bom exemplo é usar um balanço de bran...

Flash rebatido – modo manual

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Em post anterior, conversamos a respeito dos cálculos necessários para o trabalho com flash eletrônico no modo manual, que consistiam em dividir o número-guia do flash pela distância até o assunto para se obter, como resultado, a abertura do diafragma necessária para aquela foto. No entanto, quando se trata de flash rebatido , o cálculo é levemente diferente, embora muito simples: basta substituir a distância do fotógrafo até o assunto pela distância percorrida pelo raio principal de luz. Digamos que há um assunto a três metros do fotógrafo. Se o flash fosse operado com a lâmpada para a frente, bastaria dividir seu número-guia por três para obter a abertura. Mas, no caso do flash rebatido, precisamos considerar um triângulo de raios de luz que sobem desde o fotógrafo até o ponto em que a luz é rebatida no teto, descem em direção ao assunto e retornam horizontalmente para a câmera. Acompanhe no diagrama: no cômodo em particular, para que a luz atinja o teto exatamente no meio-ca...

Uso de flash e o número-guia

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Os modernos flashes automáticos oferecem pelo menos duas maneiras de se trabalhar (que se selecionam, geralmente, por meio do botão “ mode ”): o modo” TTL” e o modo manual. O modo TTL é um recurso automático em que o flash lança mais de um feixe de luz e faz a medição da cena. Isso ocorre por meio da leitura dos raios de luz que retornam e passam através da objetiva, atingindo o fotômetro da câmera (daí o nome through the lens ). Não obstante, para que se faça um bom trabalho em modo TTL, é importante que se tenha consciência de seus critérios, que somente são totalmente compreendidos com o domínio do modo manual.  Todo flash possui um valor de potência máxima que é dado pelo seu “número-guia”, um valor que relaciona abertura de diafragma, distância ao assunto e abertura de diafragma, o que possibilita um cálculo simples na hora de fotografar. É importante, no entanto, levar em consideração que, como um padrão, o número-guia vale para a câmera configurada em ISO 10...

Estilo de Imagem Ajuste o Seu

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Selecionar um Estilo Imagem pode melhorar ou não suas fotografias. Se bem escolhido ou mesmo personalizado pode te dar cores mais corretas ou mais vivas caso você queira. Mas se você não liga muito para isso e sai clicando compulsivamente, terá boas chances de ter cores menos corretas ou até mesmo falta de nitidez em seus retratos. Seis Estilos de Imagem pré-ajustados estão disponíveis em sua câmera, vamos conhecer um pouco mais sobre eles e seus presets. PADRÃO ou STANDARD É a configuração básica das EOS DIGITAIS. [Preset] Nitidez ligeiramente elevada Contraste 0 Saturação ligeiramente elevada Tonalidade 0 O estilo de imagem padrão ou “standard” está definido para produzir as cores vivas e nível de contraste que as pessoas tendem a preferir para assuntos fotográficos em geral. Ele fornece a nitidez ideal para impressão de imagens sem pós-processamento e torna possível a produção de impressões bem acabadas para uma ampla gama de assuntos, desde i...