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SELECIONANDO O MODO DE MEDIÇÃO

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      O modo de medição da câmera é basicamente o modo como seu fotômetro irá enxergar a luz da cena, no momento em que você estiver fazendo a  fotometria . Uma vez que você conheça como cada modo funciona, fica mais fácil obter resultados satisfatórios, dependendo do que você tem em mente. Medição Matricial É um modo de medição de aplicação geral,  indicado para retratos ou até mesmo motivos em  contraluz. A câmara define automaticamente a  exposição de acordo com a cena. Nesse modo o sensor da câmera irá fazer a medição de 100% de todas as luzes ou variações dela como mostra a figura abaixo. A área em cinza,  no sensor, é onde está sendo levado em conta a luminosidade da cena, neste caso 100% dela. Medição Parcial Eficaz quando o fundo é muito mais brilhante do que o  motivo devido à luz de fundo. A medição parcial  cobre cerca de 9,4% da área do visor no centro. A área...

MODOS DE PROGRAMAS CRIATIVOS DA SUA CÂMERA DSLR

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              Com certeza você já deve ter percebido que no seletor de sua câmera, além dos modos automáticos; como esporte, macro, retrato, paisagem e etc, também temos o bendito botão verdinho (modo automático total). Também temos o modo M , onde a câmera fica totalmente manual, ou seja, ela não escolhe nenhum parâmetro de configuração para sua foto. O usuário fica com total controle da câmera. Esse modo geralmente é o mais usado pela maioria dos usuários mais experientes.             Fora os modos que já citei, também existem os modos de programas criativos . São eles; P, TV, AV . Seletor da câmera Agora vamos conhecer cada um deles e suas características. Vamos começar pelo: P: Programa AE.    P  significa Programa. AE significa Exposição Automática. Neste modo a câmara define automaticamente a velocidade do obturador e a  abertura em função do brilho do motivo. O ISO ficará ao s...

Fotometria em contra-luz (ou Conhecendo os Modos de Medição)

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flickr.com/photos/bandreoli Antigos manuais de câmeras analógicas costumavam trazer uma dica para quando se fotografava com altas luzes por trás do assunto: normalmente, algo como compensar a fotometria para mais dois pontos. Isto é, a partir da fotometria que a câmera acusasse, digamos, f/8, deveríamos "abrir" dois pontos, chegando em f/4, por exemplo. Naturalmente, era uma aproximação, mas que podia ser usada com uma boa quantidade de acertos. Mas no que essa regra se baseava? Você já deve ter experimentado fotografar alguém num ambiente fechado, em frente a uma janela pela qual entrava a luz do dia. Caso você estivesse usando uma câmera automática, ou se colocasse seu fotômetro em EV = 0, o resultado seria um fundo relativamente detalhado e seu modelo numa sombra completa. Isso acontece porque a câmera não sabe o que é seu assunto ou seu objetivo, e só sabe que deve responder àquela quantidade de luz. Toda aquela luz de fundo "engana" a câmera e a faz...

Flash rebatido – modo manual

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Em post anterior, conversamos a respeito dos cálculos necessários para o trabalho com flash eletrônico no modo manual, que consistiam em dividir o número-guia do flash pela distância até o assunto para se obter, como resultado, a abertura do diafragma necessária para aquela foto. No entanto, quando se trata de flash rebatido , o cálculo é levemente diferente, embora muito simples: basta substituir a distância do fotógrafo até o assunto pela distância percorrida pelo raio principal de luz. Digamos que há um assunto a três metros do fotógrafo. Se o flash fosse operado com a lâmpada para a frente, bastaria dividir seu número-guia por três para obter a abertura. Mas, no caso do flash rebatido, precisamos considerar um triângulo de raios de luz que sobem desde o fotógrafo até o ponto em que a luz é rebatida no teto, descem em direção ao assunto e retornam horizontalmente para a câmera. Acompanhe no diagrama: no cômodo em particular, para que a luz atinja o teto exatamente no meio-ca...

Estúdio fotográfico - a iluminação

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A proposta de um estúdio fotográfico, seja de retratos ou naturezas-mortas, reside no controle total da iluminação. Diferentemente do trabalho com luz natural, em que se tem uma luz de partida de intensidade fixa (muito embora seja passível de reflexão e difusão), num estúdio parte-se do “zero” até a construção totalmente artificial da iluminação de uma cena. Independentemente do tipo de trabalho, a luz pode ser estudada por meio de quatro variáveis: (a) cor; (b) direção; (c) natureza e (d) intensidade. A cor varia dentro de todo o espectro visível; a direção trata das coordenadas da fonte, nos eixos horizontal e vertical; a natureza da luz pode ser tanto dura quanto suave, com toda a gradação possível; e a intensidade pode ser forte ou fraca. As ferramentas de que se dispõe para o controle das variáveis acima consistem em flashes, géis coloridos, tripés, acessórios como sombrinhas, refletores e softboxes e outros. Refletores parabólicos e snoots (refletores cônicos) t...